A oxidação é a chave para as mudanças sensoriais de sabor e aroma dia chás. Entenda mais sobre o processo que transforma o verde em preto.
E antes de entender qualquer fato sobre os chás, você precisa saber o que significa o termo “oxidação”. Sabe quando você descasca uma maçã e, depois de um pequeno intervalo de tempo, ela fica escurecida? O que faz isto com a fruta é a oxidação, que é o contato do oxigênio com sua superfície. Este processo é de suma importância para os chás, pois é ele quem determina se o produto será preto, verde e assim por diante.
A tal oxidação começa assim que as folhas de chá são retiradas da planta. No caso do chá branco, por exemplo, este processo é barrado com a ajuda da vaporização em superfícies quentes. Podemos dizer o mesmo do verde, que fica um tempo a mais que o branco, mas também não sofre oxidação. Isso faz com que as folhas mantenham a cor verde, já que foram impedidas de oxidarem.
Funciona quase da mesma forma para os chás oolong: nestes dois casos, a oxidação ocorre, mas também é interrompida quando se chega no estágio desejado. Os produtores utilizam uma técnica chamada oxidação controlada, que consiste no uso de processos químicos para determinar o tipo da bebida.
O chá preto é o chá mais oxidado, ou seja, que é submetido ao processo por mais tempo. Ele é feito dentro de salas frias e úmidas e precede a secagem das folhas por ar quente. Tudo isto explica a aparência das folhas e, claro, a cor e sabor marcantes da bebida. Depois dele, ainda há o Pu-erh, que é uma versão preta que foi submetida a oxidação em seu limite, ou seja, é considerado o mais oxidado de todos os chás.
Texto extraído de: https://www.mexidodeideias.com.br/curiosidades/conheca-as-diferencas-na-producao-dos-tipos-de-cha/
Fonte Imagem: https://www.mexidodeideias.com.br/curiosidades/conheca-as-diferencas-na-producao-dos-tipos-de-cha/
Nenhum comentário:
Postar um comentário