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terça-feira, 14 de junho de 2022

200 ANOS DEPOIS DA CLASSIFICAÇÃO PELA BOTÂNICA, ERVA-MATE AINDA FAZ HISTÓRIA


Ilex domestica, Ilex mate, Ilex sorbilis, Ilex vestita, Ilex mattogrossensis, Ilex theaezans. Esses são alguns dos principais registros sob os quais a erva-mate foi batizada nas mais diversas tentativas de estudar a planta, que hoje é tão presente na cultura e na gastronomia do sul do Brasil.
 
Foi com a vinda do botânico francês Auguste de Saint-Hilaire ao país que, em 1820, o arbusto verde de folhas com formato de gota ganhou o nome sob o qual ficou mais conhecido: Ilex paraguariensis. Mas essas não são as únicas nomenclaturas da erva-mate. Ela também é chamada de Ilex curitibensis, e não é à toa. Seu cultivo foi tão importante para a história da cidade, de maneira geral - que há quem defenda que suas folhas deveriam estampar o brasão do município, ao lado do trigo, da parreira e do pinheiro.
 
Na verdade, o chamado “ouro verde”, que ajudou a enriquecer tantas famílias a partir da segunda metade do século 19, é ostentado por outra bandeira: a do Estado do Paraná, onde, aí sim, divide espaço com o pinheiro. O motivo é inquestionável: não fosse pela erva-mate, o Paraná talvez nunca tivesse se separado de São Paulo e ganhado o status de província.

 Obra de João Leão Pallière, tropa carregada de mate descendo a serra, cerca de 1860. Foto: Pintores da Paisagem Paranaense/Reprodução

A planta, que chegou a responder por 85% da economia paranaense, garantiu uma autonomia financeira que resultou na sua emancipação política, em 1853. O auge do ciclo da erva-mate foi, também, “a receita para que o Paraná desse os primeiros passos rumo à industrialização no século 19, com o beneficiamento e empacotamento da erva visando o mercado interno e externo”, explica o jornalista e pesquisador Diego Antonelli, autor de quatro livros sobre a história do Paraná.
 

Breve história do cultivo do mate


O hábito de consumir a erva-mate já fazia parte da cultura indígena antes mesmo da chegada dos portugueses e espanhóis à América do Sul, mas foi adotado pelos colonizadores quando estes perceberam os potenciais econômicos da planta. “No século 18, já havia registros da extração da erva para fins econômicos. Foi nessa época que o governo português passou a se interessar por essa atividade. No século seguinte, o chamado ciclo da erva-mate ganhou forças no estado por meio do beneficiamento do mate realizado em engenhos – sobretudo no litoral e em Curitiba”.
  
O primeiro desses engenhos, de acordo com o pesquisador, foi montado pelo espanhol Francisco Alzagarray, que chegou a Paranaguá em 1820. “A partir daí outras pessoas foram aderindo a essa prática. Para se ter uma ideia, em 1853 havia em Morretes 47 engenhos de erva-mate e em Curitiba, 29”, conta.

 Carroça carregada de erva-mate descendo a Serra do Mar. Foto: Divulgação/ Fundação Cultural de Curitiba

A conexão entre as regiões de Ponta Grossa, Curitiba e Morretes consolidou o que é chamado pelos historiadores de Rota do Mate. Foi em torno deste trajeto que as famílias que se sustentavam com a produção da Ilex foram construindo suas casas, galpões, engenhos e comércios.
 
Esse processo contribuiu para que as cidades fossem tomando forma. Em Curitiba, foi dessa maneira que se estabeleceram bairros como Batel, Alto da Glória e Centro Cívico, onde foram construídas as residências de alguns dos grandes produtores desta cultura.

  Agostinho Ermelino de Leão Jr. durante o embarque de barricas vazias, que seriam devolvidas para o transporte de erva-mate. Foto: Arquivo Casa da Memória.


Os barões da erva-mate


Com a crise de 1929, o chamado "ciclo do mate" terminou no Paraná, mas isso não significa que esta cultura deixou de ser importante para o Estado.
 
Pelo contrário: embora tenha perdido o monopólio de principal fonte de renda dos paranaenses, ela continuou sendo produzida com força. Em 2018, o Paraná respondia por 87% da produção nacional, segundo um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
 
 
Folhagem da erva-mate| Jonathan Campos

Além de uma geografia que favorece o crescimento da Ilex, parte do motivo que colocou o Paraná no roteiro da produção e exportação foi a atividade das grandes famílias de ervateiros, que enxergaram o potencial daquele produto - alguns dos quais são lembrados até hoje, como é o caso da família Leão, que empresta o nome à Matte Leão.

Segundo o pesquisador Khae Lhucas Ferreira Pereira, da Fundação Cultural de Curitiba, os Leão contribuíram para a reinvenção do consumo da planta. “Eles não só mantiveram por mais de um século sua produção, como também reelaboraram a cultura do mate reinventando a forma de consumo do chimarrão, como quando apresentaram a erva já tostada, em caixa de flandres, para servir em xícaras, e o chá gelado em copo, que é conhecido nacionalmente”.

A história da família Leão se mistura à própria história da erva-mate no Paraná. Ao adquirir o primeiro grande engenho ervateiro em Curitiba, Francisco Fasce Fontana, casou-se, em 1882, com Maria Dolores de Leão, irmã de Agostinho Ermelino de Leão Jr., o empresário à frente da Matte Leão, responsável por construir o Palacete Leão Jr. - atual Espaço Cultural BRDE. Com Ildefonso Pereira Correia, o Barão do Serro Azul, Leão Jr. e Francisco Fontana formam a tríade dos grandes barões da erva-mate no final do século 19.


Mais do que produtores e exportadores, os ervateiros foram responsáveis, naquele momento, por fomentar o desenvolvimento econômico, industrial, urbano, arquitetônico e cultural da cidade.

Nessa época, foram construídos o Passeio Público, a Catedral Basílica Menor de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais e a própria Universidade Federal do Paraná. Os mesmos também abraçavam a responsabilidade de divulgar os produtos aqui fabricados, participando de feiras e exposições nacionais e internacionais e recebendo, em suas casas, visitas ilustres como a da Princesa Isabel e a do presidente Afonso Pena.



Texto extraído de: https://www.gazetadopovo.com.br/haus/brde-palacete/200-anos-depois-da-classificacao-pela-botanica-erva-mate-ainda-faz-historia/
Fonte Imagem: https://www.gazetadopovo.com.br/haus/brde-palacete/200-anos-depois-da-classificacao-pela-botanica-erva-mate-ainda-faz-historia/

TUDO SOBRE CHÁS: HISTÓRIA, TIPOS, BENEFÍCIOS E CURIOSIDADES


O chá é uma bebida preparada através da infusão de folhas, flores, raízes de planta do chá e geralmente é preparada com água quente. 

Cada variedade adquire um sabor definido de acordo com o processamento utilizado, que pode incluir oxidação, fermentação, e o contato com outras ervas, especiarias e frutos.

Compreender a “arte do chá” em sua totalidade é uma questão antiga que ainda hoje exploramos continuamente. 

Com novos conhecimentos e descobertas sobre o chá que se revelam todos os dias, a jornada ao mundo do chá é uma aventura emocionante e ilimitada, com espaço para todos nós explorarmos, conectarmos e interagirmos.


Origem e história dos chás


A história do chá começou na China por volta de 2750 aC. Durante esse período verificou-se que a planta do chá tinha várias propriedades medicinais. 

Existe uma lenda que diz que um imperador chamado Shen Nung estava sentado à sombra de uma árvore selvagem do chá, fervendo água para beber, quando uma brisa soprou algumas folhas da árvore na panela e deu à água um sabor que ele achou delicioso. 

Nos primórdios do consumo de chá, as folhas eram colhidas e fervidas em água para produzir uma bebida bastante amarga. 

As folhas foram usadas principalmente como remédio e, em segundo lugar, como bebida agradável. 
Demorou mais de 3000 anos para o chá se tornar uma bebida popular em todo o império chinês. 
Durante a dinastia Tang (600-900 dC), a popularidade do chá foi reconhecida pela imposição de um imposto. 

Os holandeses foram os primeiros a beber chá na Europa. No entanto, a bebida se popularizou na Inglaterra pelas mãos de Catarina de Bragança, casada com o Rei inglês Carlos II.


O chá aterrou em terras inglesas alguns anos depois que o café chegou à Inglaterra. Foi através dos cafés que a nova bebida se espalhou para o povo. No entanto, foi somente no início do século seguinte que se tornou uma bebida comum para as classes alta e média. 

Quando as cafeterias se tornaram indignas de reputação para pessoas respeitáveis, foi nos jardins de lazer de Londres que a realeza explorou toda a virtude de um bom chá.

Durante o século XIX, beber chá tornou-se parte essencial da vida social britânica. Foram organizadas festas e eventos para todas as ocasiões possíveis, incluindo chás em família, piqueniques, tênis e chás da tarde elegantes. 

Ao longo dos anos, os manuais de limpeza e os livros de receitas deram instruções claras sobre convites para a hora do chá, etiqueta, métodos para preparar e servir, roupas e utensílios de mesa. 
A festa do chá era o próprio símbolo de elegância e prosperidade.

No Brasil, as primeiras mudas de chá chegaram por volta de 1812, com os portugueses. O Jardim Botânico do Rio de Janeiro foi o local escolhido para o plantio.

A Duquesa Ana de Belford trouxe o hábito de tomar chá às 5h da tarde, como era de costume na Inglaterra. O hábito não se tornou moda em terras brasileiras, mas fez com que o chá tomasse certa popularidade entre os habitantes.


Quais os benefícios dos chás?



Considerado há milhares de anos no Oriente como a chave para uma boa saúde, felicidade e sabedoria, o chá chamou a atenção de pesquisadores do Ocidente, que estão descobrindo os muitos 
benefícios para a saúde em diferentes tipos de chás.

Estudos descobriram que alguns chás podem ajudar com câncer, doenças cardíacas e diabetes; incentivar a perda de peso; baixar colesterol; e provocar alerta mental. O chá também parece ter qualidades antimicrobianas.

Embora existam muitas perguntas sobre quanto tempo o chá precisa ser absorvido para o máximo benefício e quanto você precisa beber, os nutricionistas concordam que qualquer chá é um bom chá. 
Ainda assim, eles preferem chás fabricados ou em pó a engarrafados para evitar calorias e adoçantes extras.

Alguns dos benefícios do chá, são:

O chá pode aumentar a resistência ao exercício. O chá verde aumenta a capacidade do corpo de queimar gordura como combustível, o que é responsável por melhorar a resistência muscular.
Beber chá pode ajudar a reduzir o risco de ataque cardíaco. O chá também pode  ajudar a proteger contra doenças cardiovasculares e degenerativas.

Os antioxidantes presentes no chá pode ajudar a proteger contra uma batelada de cancros, incluindo mama, cólon, colo-retal, da pele, do pulmão, esôfago, estômago, intestino delgado, pâncreas, fígado, ovário, próstata e orais. 

O chá ajuda a combater os radicais livres. O chá é rico em capacidade de absorção de radicais de oxigênio, que é uma maneira elegante de dizer que ajuda a destruir os radicais livres (que podem danificar o DNA) no corpo.

O chá é hidratante para o corpo (apesar da cafeína!).

Beber chá está associado a um menor risco de doença de Parkinson. 

O chá pode fornecer proteção contra raios ultravioleta. Sabemos que é importante limitar a exposição aos raios UV e todos sabemos como é sentir a queimadura. 

O chá pode controlar a circunferência da cintura. Em um estudo, os participantes que consumiram chá quente regularmente apresentaram menor circunferência da cintura e menor IMC do que os participantes que não consumiram. 

Verificou-se que o chá verde melhora a densidade e a força mineral óssea.


Como preparar chás naturais?



Existem várias maneiras de se preparar um chá natural. O método mais comum entre os brasileiros é a infusão.

No entanto, alguns desses chás possuem propriedades verdadeiramente milagrosas e o método de preparo faz toda a diferença na hora de manter as propriedades de cada chá. Confira:


Infusão 


As infusões são feitas das partes mais delicadas da planta, incluindo folhas, flores e partes aromáticas. 
Essas partes frágeis das plantas devem ser embebidas em vez de cozidas em fogo brando, porque renunciam a suas propriedades medicinais mais facilmente do que as raízes e cascas mais duras.

Para fazer uma infusão, basta ferver 1 litro de água por grama de erva (ou 1 copo de água para 1 colher de sopa de erva). 

Despeje água sobre a(s) erva(s) e deixe em infusão por 30 a 60 minutos. A proporção de água para a erva e o tempo necessário para a infusão variam muito, dependendo da erva. 

Comece com as proporções acima e experimente. Quanto mais erva você usar e quanto mais tempo deixá-la em infusão, mais forte será o chá. 


Decocção (fervura)


As propriedades à base de plantas são extraídas de ervas com folhas mais grossas pelo método de decocção. 

Essas partes mais pesadas das plantas requerem um calor constante e prolongado para amolecê-las e extrair suas propriedades curativas. 

A decocção é feita fervendo as ervas na água e é a maneira mais eficaz de extrair os elementos curativos de partes de plantas duras, como casca, raízes, caules e folhas pesadas. 

É importante cobrir a panela enquanto estiver fervendo para reter qualquer óleo aromático e impedir que eles evaporem durante a decocção.

Para fazer uma decocção, use a mesma proporção de ervas e água que você usaria para fazer uma infusão – 1 grama de erva seca para um litro de água. 

É útil moer, esmagar ou cortar toda a raiz, casca e sementes antes de preparar a decocção. Isso permite mais área de superfície para as ervas liberarem suas propriedades.


Maceração


Neste método, a planta ou erva é deixada em água fria, até que a água adquira as propriedades da planta. Em alguns preparos, pode ser necessária a fricção da planta, para extrair as propriedades por completo. 

Esse método também é conhecido como tintura e extrai as propriedades mais concentradas da planta. 
Pode ser feito com água fria ou extraído por fricção com um pouco de água morna. Você pode servir como chá frio, quente ou concentrado, com o conta gotas.

Depois de conhecer os diferentes tipos de preparo, é importante destacar que os chás em pó permitem uma área maior de superfície, dessa forma as ervas conseguem liberar uma quantidade maior de suas propriedades.


Dicas para preparar um chá perfeito



Você é um amante de chá? Ou deseja começar a desfrutar desta bebida para relaxar? Descubra 3 dicas para fazer um chá perfeito.

Na temperatura da água é de 90% do sucesso do chá. Ao contrário do que podemos imaginar, a água não deve estar fervendo, apenas muito quente.

A temperatura depende do tipo de chá, mas é superior a 90-70 °C. Na tabela a seguir, você encontrará a temperatura da água recomendada para cada chá.

Aquecendo a água de maneira tradicional, faça-o com uma chaleira, no microondas ou em uma panela, é bastante complicado encontrar a temperatura perfeita. 

Portanto, se você gosta de chá, é muito útil ter uma chaleira em casa.

Assim como a água, cada tipo de chá requer um tempo de descanso. Como regra geral, o tempo de descanso é de aproximadamente 4 minutos, no máximo. 

Neste curto período de tempo, o chá terá infundido e emitido todos os aromas, cores e sabores.
Se você não gosta de infusões muito fortes, pode sempre reduzir o tempo de descanso para 3 minutos.


Quais são os tipos de chás?


Os chás preto, branco, verde e vermelho provêm da mesma planta básica, a planta Camellia sinensis. As diferenças entre os chás surgem do processamento, condições de cultivo e geografia.

Já os outros tipos de chás provém de infusões de plantas, como ervas, flores, frutas e caules. 

Alguns chás possuem efeitos diuréticos, emagrecedores e outros têm poderes curativos. Separamos alguns dos melhores chás para você começar a introduzir ainda hoje na sua dieta.


Chás para emagrecer


Alguns estudos descobriram que o chá pode melhorar a perda de peso e ajudar a combater a gordura da barriga. 

Certos tipos foram encontrados para ser mais eficazes do que outros em conseguir isso.

Abaixo estão seis dos melhores chás para aumentar a perda de peso e diminuir a gordura corporal.


Chá verde



O chá verde é um dos tipos mais conhecidos de chá e está associado a muitos benefícios à saúde.

É também um dos chás mais eficazes para perda de peso. Há evidências substanciais que ligam o chá verde a reduções no peso e na gordura corporal.

Em um estudo de 2008, constatou que pessoas que consumiram extrato de chá verde por 12 semanas sofreram reduções significativas no peso corporal, na gordura corporal e na circunferência da cintura, em comparação com um grupo controle.

Isso ocorre porque o extrato de chá verde é especialmente rico em catequinas, antioxidantes naturais que podem aumentar seu metabolismo e aumentar a queima de gordura.

Esse mesmo efeito também se aplica ao matcha, um tipo altamente concentrado de chá verde em pó que contém os mesmos ingredientes benéficos que o chá verde comum.


Chá de hibisco 



O chá de hibisco é um chá de ervas que é feito embebendo partes da planta de hibisco em água fervente. Tem um sabor azedo semelhante ao de cranberries e pode ser apreciado quente e frio.

Existem várias centenas de espécies de hibiscos, variando de acordo com a localização e o clima em que crescem, mas o Hibiscus sabdariffa é mais comumente usado para fazer chá de hibisco.

A pesquisa descobriu uma série de benefícios à saúde relacionados ao consumo de chá de hibisco, mostrando que ele pode diminuir a pressão sanguínea, combater bactérias e até ajudar na perda de peso.

Além de diminuir a pressão arterial, alguns estudos descobriram que o chá de hibisco pode ajudar a diminuir os níveis de gordura no sangue, que são outro fator de risco para doenças cardíacas.

Em um estudo, 60 pessoas com diabetes receberam chá de hibisco ou chá preto. Após um mês, aqueles que beberam chá de hibisco experimentaram aumento do colesterol HDL “bom” e diminuição do colesterol total, colesterol LDL “ruim” e triglicerídeos.

Outro estudo em pessoas com síndrome metabólica mostrou que a ingestão diária de 100 mg de extrato de hibisco estava associada à diminuição do colesterol total e ao aumento “bom” do colesterol HDL.


Chá de gengibre 



O gengibre é uma planta que é cultivada principalmente por sua raiz, um ingrediente para cozinhar e assar. Ele também diminui a inflamação, estimula a digestão e suprime o apetite. Essas propriedades levam algumas pessoas a acreditar que o gengibre pode promover a perda de peso.

A literatura médica indica que o gengibre pode trabalhar junto com uma dieta e exercícios saudáveis ​​para ajudá-lo a alcançar um peso saudável. Ele é normalmente usado com outros ingredientes quando a meta é a perda de peso.

O gengibre contém compostos chamados gingeróis. Esses compostos estimulam várias atividades biológicas em seu corpo quando você consome gengibre.

Pesquisas indicam que a obesidade pode causar estresse oxidativo e inflamação. O estresse oxidativo é causado por danos causados​​pelos radicais livres no organismo.

As propriedades antioxidantes do gengibre ajudam a controlar esses radicais livres, e suas propriedades anti-inflamatórias podem combater a inflamação.

Essas propriedades do gengibre não tratam diretamente o excesso de peso, mas ajudam a evitar danos cardiovasculares e outros efeitos colaterais do excesso de peso enquanto você trabalha para reduzir seu peso a um número saudável.


Chás diuréticos


Os chás de ervas podem ser feitos a partir de uma ampla variedade de plantas, com uma variedade de benefícios à saúde relacionados à erva específica usada no chá. 

Alguns chás de ervas, como dente de leão, rabo de cavalo, urtiga e salsa, são conhecidos por livrar o corpo do excesso de líquidos através da micção, semelhante às ações de diuréticos.


Chá preto



Ao contrário dos chás de ervas, que normalmente não contêm cafeína, o chá preto naturalmente contém cafeína. 

Uma crença comum é que a bebida que contém cafeína são desidratantes ou têm um efeito semelhante ao diurético. 

No entanto, essa conclusão decorre de pesquisas nas quais grandes doses de cafeína foram administradas de uma só vez, com níveis de cafeína muito superiores às quantidades naturais encontradas no chá. 

Uma revisão publicada no “European Journal of Clinical Nutrition” de julho de 2006 concluiu que o consumo de cafeína do chá não causará um efeito diurético, a menos que a quantidade consumida em uma sessão seja superior a 300 mg de cafeína – a quantidade em 6 a 7 xícaras de chá.

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Chá branco



O chá branco é um dos chás mais saudáveis ​​e considerado um dos mais naturais. 

Este chá não é processado como outros chás e é simplesmente colhido e seco ao sol antes de ser embalado e enviado aos supermercados perto de você. 

O chá branco contém maiores concentrações de compostos poderosos, como catequinas e polifenóis, do que outros chás mais processados. Esses compostos ajudam a impedir a formação de novas células adiposas.

Estudos descobriram que o EGCG antioxidante no chá branco impede a formação de células adiposas, ajudando a reduzir o ganho de peso. 

Esses antioxidantes também aceleraram a decomposição das gorduras, tornando este chá uma boa opção para perder peso ou impedir o ganho de peso. 


Chá de salsa



A salsa é outra erva usada no chá e apontada para ter um efeito diurético. Um estudo em ratos publicado na edição de março de 2002 do “Journal of Ethnopharmacology” confirmou um aumento significativo na produção de urina quando ratos receberam extrato de salsa. 

Afirma-se também que chás de ervas adicionais têm efeitos diuréticos, embora em muitos casos haja pesquisas limitadas ou inexistentes sobre a eficácia e segurança dessas ervas.


Chás para gripes e resfriados

Quando você está lutando contra um resfriado, é essencial carregar líquidos sem cafeína que o manterão hidratado. Uma escolha inteligente é uma xícara de chá quente, pois pode aliviar a dor de garganta e pode interromper o congestionamento nasal. 

Além disso, é positivamente reconfortante saborear uma bebida quente quando você está gripado. As pesquisas ainda não estabeleceram que qualquer chá possa ajudar a esclarecer o resfriado comum. 

No entanto, muitas evidências sugerem que alguns ingredientes do chá de ervas podem aliviar os sintomas de infecção respiratória.


Chá de limão



Beber chá de limão ou espremer limão em outro tipo de chá de ervas é um remédio caseiro que as pessoas usam há décadas. Apesar de sua popularidade, a maioria das evidências que apoiam o uso de chá de limão para dores de garganta é anedótica.

Dito isto, os limões são frutas cítricas, o que significa que contêm vitamina C. A vitamina C é um nutriente importante para o seu corpo quando você está lutando contra um resfriado ou um vírus.


Chá de hortelã



Apenas alguns goles de chá de hortelã podem começar a fazer você se sentir melhor. O mentol nas folhas de hortelã pode ter um leve efeito anestésico na garganta, suprimindo a tosse (e é por isso que a hortelã aparece em muitos xaropes). 


Chá de eucalipto

As folhas da planta de eucalipto, uma erva nativa da Austrália, podem ajudar a aliviar os sintomas de resfriado e gripe. 

O eucalipto contém um óleo essencial chamado cineol, que é comumente usado como fragrância ou agente aromatizante em remédios para tosse e medicamentos, de acordo com as entidades de saúde.
O cineol não é apenas um sabor agradável, mas também pode ser útil se você estiver lutando contra um resfriado. 

As propriedades anti-inflamatórias do óleo podem ajudar a aliviar o sistema respiratório, que pode ficar irritado quando você está doente. 

De fato, foi demonstrado que o cineol ajuda a tratar os sintomas agudos da bronquite, reduzindo a frequência da tosse após apenas quatro dias.


Chás calmantes e que ajudam a dormir

Um bom sono é crucial para sua saúde geral.

Infelizmente, cerca de 30% das pessoas sofrem de insônia ou incapacidade crônica de adormecer, permanecer adormecido ou alcançar um sono restaurador e de alta qualidade.

Chás de ervas são escolhas populares de bebidas quando chega a hora de relaxar e descontrair.


Chá de camomila

Há anos, o chá de camomila tem sido usado como remédio natural para reduzir a inflamação e a ansiedade e tratar a insônia.

De fato, a camomila é comumente considerada um tranquilizante suave ou indutor do sono.
Seus efeitos calmantes podem ser atribuídos a um antioxidante chamado apigenina, encontrado em abundância no chá de camomila. 

A apigenina se liga a receptores específicos do cérebro que podem diminuir a ansiedade e iniciar o sono.


Chá de maracujá

O chá de maracujá é feito das folhas secas, flores e caules da planta Passiflora. Tradicionalmente, tem sido usado para aliviar a ansiedade e melhorar o sono.

Mais recentemente, estudos examinaram a capacidade do chá de maracujá em melhorar a insônia e a qualidade do sono.

Por exemplo, um estudo em 40 adultos saudáveis ​​descobriu que aqueles que bebiam chá de maracujá diariamente por 1 semana relataram uma qualidade de sono significativamente melhor, em comparação com os participantes que não tomaram o chá.

Beber chá de maracujá pode melhorar a qualidade geral do sono. Além disso, o maracujá em conjunto com a raiz de valeriana e o lúpulo pode reduzir os sintomas de insônia.


Chá de lavanda

A lavanda é uma erva frequentemente elogiada por seu aroma aromático e calmante.
Nos tempos antigos, gregos e romanos costumavam adicionar lavanda a seus banhos e respiravam a fragrância calmante.

O chá de lavanda é feito dos pequenos brotos roxos da planta. Originalmente nativo da região do Mediterrâneo, agora é cultivado em todo o mundo.

Muitas pessoas bebem chá de lavanda para relaxar , acalmar os nervos e ajudar no sono.
De fato, existem pesquisas para apoiar esses supostos benefícios.

Um estudo realizado em 80 mulheres pós-natais de Taiwan mostrou que aquelas que tomaram um tempo para cheirar o aroma do chá de lavanda e beber diariamente por 2 semanas relataram menos fadiga, em comparação com aquelas que não tomaram chá de lavanda. No entanto, não teve nenhum efeito na qualidade do sono.


Chá de erva cidreira

O erva-cidreira pertence à família das hortelã e é encontrado em todo o mundo.

Embora frequentemente vendidas em forma de extrato para uso em aromaterapia, as folhas de erva-cidreira também são secas para fazer chá.

Esta erva aromática e com aroma de cítrico tem sido usada para reduzir o estresse e melhorar o sono desde a Idade Média.

As evidências mostram que a erva-cidreira aumenta os níveis de GABA nos ratos, indicando que a erva-cidreira pode atuar como um sedativo.

Além disso, um pequeno estudo em humanos mostrou uma redução de 42% nos sintomas de insônia após os participantes receberem 600 mg de extrato de erva-cidreira por dia durante 15 dias. 
No entanto, o estudo não incluiu um grupo de controle, questionando os resultados. Se você tiver problemas crônicos de sono, beber chá de erva-cidreira antes de dormir pode ajudar.


Chás para TPM e cólicas



As cólicas menstruais , também chamadas de dismenorréia, são dores e cólicas que normalmente afetam o abdome inferior, mas também podem irradiar para a região lombar e as coxas. 

Como são causadas por níveis excessivos de prostaglandinas (substâncias semelhantes a hormônios ligadas à dor e inflamação), as cólicas menstruais geralmente ocorrem imediatamente antes e durante os primeiros dias do período menstrual de uma mulher.

Algumas mulheres também experimentam fezes soltas, dores de cabeça, náusea ou tontura. Para muitas mulheres, as cólicas menstruais ocorrem sem uma condição de saúde subjacente (como endometriose). 
Algumas mulheres buscam tratamentos alternativos às medicações de praxe ou tratamentos hormonais para diminuir os sintomas. Aqui estão alguns chás recomendados para esses casos:

Chá de vitex

Vitex agnus-castus é um suplemento herbal popular usado para tratar uma variedade de problemas de saúde. É mais comumente usado para tratar cólicas menstruais, sintomas de TPM, entre outros problemas.

Um dos os a maioria dos atributos populares e bem pesquisadas de Vitex agnus-castus é a sua capacidade para reduzir os sintomas da TPM.

Os pesquisadores acreditam que o Vitex funciona diminuindo os níveis do hormônio prolactina. Isso ajuda a reequilibrar outros hormônios, incluindo estrogênio e progesterona – reduzindo assim os sintomas da TPM.

O Vitex agnus-castus também parece ajudar a reduzir a mastalgia cíclica, um tipo de dor na mama ligada à menstruação. Pesquisas sugerem que pode ser tão eficaz quanto o tratamento medicamentoso comum – mas com muito menos efeitos colaterais.


Chá de calêndula

A calêndula, também conhecida como “bem-me-quer” é uma flor bem parecida com a margarida, mas que possui propriedades incríveis contra cólicas menstruais.

Por ser rico em flavonoides e óleos essenciais, o chá de calêndula se torna um poderoso anti-inflamatório, aliviando dores e cólicas durante a menstruação.


Curiosidades sobre os chás

Agora que você já sabe tudo sobre chás, vale dar uma conferida em algumas curiosidades interessantes sobre eles:
Existem mais de 3 mil tipos diferentes de chá. Isso acontece porque cada localidade consegue produzir um sabor diferente, por causa das condições climáticas de cultivo e preparo.

Se não for feito da planta Camellia sinensis não é chá, é infusão. A planta de chá é somente uma, outras bebidas feitas com plantas de gêneros diferentes são (deliciosas) infusões.

O verdadeiro chá tem mais cafeína que o café. A diferença é que você utiliza mais pó de café do que pós de chá, na hora do preparo.

O chá já foi uma das bebidas mais caras do mundo, chegando a ser guardadas em cofres e transportadas em caixas de segurança.

Ferver a água para preparar o chá é um erro, pois a água muito quente queima a folha e impede a retirada das propriedades, além de alterar o sabor.

O chá pode ser consumido quente ou frio, puro ou com leite.


Conclusão


O chá é uma das bebidas mais interessantes do mundo inteiro. Sua história e benefícios são incontáveis.
Uma boa xícara de chá pode ajudar no funcionamento do organismo, aliviar dores, espantar a gripe ou até oferecer mais energia para o dia-a-dia.

É importante conhecer cada um deles e seus benefícios, para que você possa retirar o melhor da natureza, assim como nossos avós faziam.

Entre os chás naturais mais consumidos aqui no Brasil, estão o chá de erva-mate, camomila, chá verde, chá preto, chá de hibisco e o chá branco.



Texto extraído de: https://www.4well.com.br/tudo-sobre-chas/
Fonte Imagem: https://www.4well.com.br/tudo-sobre-chas/

POR QUE OS CHÁS SÃO CLASSIFICADOS PELA COR?


Em se tratando dos chás, associamos seus tipos às culturas que introduziram a bebida em nosso país: um chá preto poderia remeter a um chá da tarde com doces e petiscos trazidos pelos portugueses, ou um chá verde carrega consigo a referência dos rituais e refeições japonesas.

Você consegue imaginar que os chás que estamos acostumados a ver por aí – brancos, pretos ou verdes – são produzidos a partir de uma mesma planta? Todos os livros sobre o assunto lhe dirão que o chá só recebe este nome se for proveniente de uma planta, a Camellia Sinensis.

Apesar de todos os tipos partirem da mesma planta, muitas variáveis entram em jogo na influência do sabor e aroma: clima, geografia, tipo de solo e suas elevações, época de colheita, parte da planta utilizada, porcentagem de oxidação desejada, formato final do produto (folhas inteiras, cortadas, enroladas, moídas…) etc.

A combinação destes elementos é que produzem as variedades que conhecemos: brancos, verdes, amarelos, oolong, pretos e pu’er. Para compreender melhor essa segmentação é preciso entender sobre os tipos de produção. 


Chá branco



O chá branco é colhido na época em que os brotos e folhas estão bem jovens. Ou seja, ainda não abriram completamente e estão cobertos de uma penugem branca que protege a planta do sol. Daí seu nome. Sua produção possui poucas fases: colheita (pode ser feita na primavera, verão e outono), redução de umidade das folhas (murchar) e secagem através de calor.


Chá verde



O processamento das folhas do chá verde não envolve oxidação. Dependendo do estilo de produção, a colheita pode ser feita de um broto e uma, duas ou três folhas. Para manter o frescor, assim que colhidas, as folhas vão direto para um tratamento chamado fixação. Aqui, é aplicado calor em alta temperatura, evitando que a oxidação aconteça. Sua nomenclatura se origina das brilhantes folhas verdes colhidas e que, na maioria das vezes, mantém sua intensidade e cor mesmo após processado.


Chá oolong



Para a produção dos variados oolongs, seguem-se os seguintes passos: após a colheita, as folhas perdem água (murcham), são enroladas ou moldadas, deixadas para oxidar de acordo com a porcentagem que o produtor (tea master) desejar. Esta etapa do processo traz enorme variedade para o chá, já que os níveis de oxidação vão de 20% a 80%. As folhas são secas por meio do calor e classificadas. Uma dica para identificar esses chás é seu formato final: normalmente são enroladas em pequenas bolinhas irregulares.

Oolong, em mandarim, significa “dragão negro”. Na França, recebe o nome de chá azul (blue tea). Em literaturas mais antigas, a palavra Bohea também foi encontrada para mencionar o oolong, pois era uma bastardização do Monte Wu Yi, região produtora deste tipo de chá.


Chá preto



Totalmente oxidado, é um tipo de chá consumido em diversos países, graças a sua versatilidade. Além de consumido puro, também é frequentemente usado em blends. Conhecido por conter cafeína, sua produção envolve etapas similares ao oolong.

Apesar de darmos o nome de chá preto, os chineses o conhecem como chá vermelho, por conta da cor de seu licor. Também chamados de Congou ou Conga por negociantes do chá, o termo deriva da palavra gongfu ou kung fu, expressão da língua chinesa que se refere ao cuidado e disciplina no seu processo de produção e consumo.


Chá Pu’er



Existem bebidas que ficam melhor com o tempo. No caso dos chás, este é o pu’er. Sua produção, apesar de ser muito parecida com a do chá verde, envolve uma etapa que os outros não tem: a fermentação. São duas as formas de fermentar o chá: o sheng cha ou pu’er cru, onde as folhas sofrem a fermentação de forma mais lenta. São necessários muitos anos para atingir a complexidade de sabor desejada de um pu’er. Já o shou chá ou pu’er “cozido”, sofre uma aceleração da fermentação intencional. Uma das inúmeras particularidades do pu’er é seu formato em discos, bolachas grandes ou pequenas onde as folhas da Camellia Sinensis são comprimidas e devem ser retiradas deste bolo através de uma espécie de faca.


Chá Amarelo



Já ouviu falar? Bastante raro e pouco produzido, só é feito pelos chineses. É parecido com o chá verde, que precisa de folhas frescas e jovens para manter seu sabor delicado. Recebeu esse nome devido à coloração que as folhas adquirem após a etapa de empilhamento e secagem.

Ok, mas espera aí, e o chá de hortelã? E a camomila? E o boldo? O mate? Especialistas no assunto usarão a palavra tisana ou infusão para se referir a essas outras bebidas, já que não levam nenhuma parte da Camellia Sinensis.

O próprio mate é chamado de yerba mate ou seja, erva mate fora do nosso país. Apesar de também fazerem parte da nossa cultura (quem nunca tomou um “chá” para curar gripe?) e principalmente da nossa língua, não são classificados como chás e, por isso, não são categorizados por cores.



Texto extraído de: https://graoespecial.com.br/por-que-os-chas-sao-classificados-pela-cor/
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CONHEÇA AS DIFERENÇAS NA PRODUÇÃO DOS TIPOS DE CHÁ


A oxidação é a chave para as mudanças sensoriais de sabor e aroma dia chás. Entenda mais sobre o processo que transforma o verde em preto.

Todos os chás vêm da mesma planta, a Camellia sinensis, mas você conhece as diferenças na produção que tornam possíveis as variações preta, branca, verde, oolong e outras? A resposta está no tipo de processamento aplicado a cada uma delas, mudando sabores, cores, aromas e outras características da bebida.

E antes de entender qualquer fato sobre os chás, você precisa saber o que significa o termo “oxidação”. Sabe quando você descasca uma maçã e, depois de um pequeno intervalo de tempo, ela fica escurecida? O que faz isto com a fruta é a oxidação, que é o contato do oxigênio com sua superfície. Este processo é de suma importância para os chás, pois é ele quem determina se o produto será preto, verde e assim por diante.

A tal oxidação começa assim que as folhas de chá são retiradas da planta. No caso do chá branco, por exemplo, este processo é barrado com a ajuda da vaporização em superfícies quentes. Podemos dizer o mesmo do verde, que fica um tempo a mais que o branco, mas também não sofre oxidação. Isso faz com que as folhas mantenham a cor verde, já que foram impedidas de oxidarem.

Funciona quase da mesma forma para os chás oolong: nestes dois casos, a oxidação ocorre, mas também é interrompida quando se chega no estágio desejado. Os produtores utilizam uma técnica chamada oxidação controlada, que consiste no uso de processos químicos para determinar o tipo da bebida.

O chá preto é o chá mais oxidado, ou seja, que é submetido ao processo por mais tempo. Ele é feito dentro de salas frias e úmidas e precede a secagem das folhas por ar quente. Tudo isto explica a aparência das folhas e, claro, a cor e sabor marcantes da bebida. Depois dele, ainda há o Pu-erh, que é uma versão preta que foi submetida a oxidação em seu limite, ou seja, é considerado o mais oxidado de todos os chás.



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