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terça-feira, 7 de maio de 2024

CAFEZINHO: PAIXÃO NACIONAL (2023)

 


Seja ao acordar ou no fim de tarde, faça chuva ou faça Sol, o café é paixão nacional e tem ganhado mais adeptos. Uma pesquisa realizada este ano revelou que o número de brasileiros que consomem a bebida chegou a 97% – cerca de 5% a mais do que em 2019.

O levantamento do Instituto Agronômico (IAC) em parceria com o Instituto Axxus e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) ainda revela que o público não é apenas grande, como também é dedicado: 30% afirmam beber seis xícaras por dia. 


Além de reforçar que os brasileiros não dispensam um cafezinho, o estudo também busca entender o que pode melhorar para o consumidor, como explica o pesquisador Sérgio Parreiras Pereira (assista à reportagem acima).

“A ideia é saber o que o consumidor está querendo, o que ele está preferindo, qual é a opinião dele para que isso possa servir como uma ferramenta para as torrefações, para as cafeterias, para aquelas pessoas que investem no mercado de café”.

Confira abaixo mais detalhes do perfil de quem toma café no Brasil:

Legião de fãs: 97% dos brasileiros afirmam tomar café;

☕ Quem gosta bebe muito: 30% tomam mais de seis xícaras por dia; 46% consomem de três a cinco;

⚡ Para dar aquele up: 61% dizem que a bebida melhora o humor e a disposição;

💰 O preço importa: 43% afirmam buscar o café mais barato;

💼 Pausa para o cafezinho: o trabalho é o local de maior consumo de café, seguido pelas residências, cafeterias e casas de amigos.

“Tivemos 4,2 mil entrevistados, divididos por gênero, classe social, faixa etária, região. Esses dados que nós obtivemos podem ser, realmente, extrapolados para toda a população do Brasil”, detalha o pesquisador.


Texto extraído de: https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2023/12/09/seis-xicaras-por-dia-preocupacao-com-o-preco-pesquisa-revela-como-brasileiros-tomam-cafe.ghtml
Fonte Imagem: https://ssembalagenspoa.com.br/cafe-paixao-nacional/ 

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

COPO DE PAPEL OU XÍCARA DE PORCELANA?


Um dos ícones do serviço da gigantesca rede norte-americana Starbucks é o emprego dos copos brancos de papel, seja para o espresso ou os lattès e cappuccinos com o inevitável “sleeve”, que é a “jaquetinha” de papel que evita que os dedos se aqueçam demais quando a bebida está quente. 


As capacidades são assustadoramente grandes para os padrões brasileiros, sendo que o “tall”, que corresponde à pequeno, por exemplo, pode levar 350 ml de bebida. Lembre-se que as porções das redes de lanches em geral são exageradamente generosas, parte da cultura daquele país.

Pode parecer um despropósito para o consumidor brasileiro, pois pagar mais caro (em torno de 15% a 20% mais que a concorrência, no geral) pela bebida e a receber em copo cartonado!

Acontece que o americano médio tem costume de fazer o pedido “to go”, ou seja, ele não consome na loja. Aproximadamente 40% das vendas são nessa modalidade, o que justifica o uso de tal material, idêntico ao empregado por redes de lanches como “McDonalds”.

Assim, três são os diferenciais que a Starbucks introduziu: primeiro, o ambiente com poltronas confortáveis e agradável música ambiente; segundo, a excelente comunicação dos trabalhos sociais que desenvolve principalmente na América Central; e, terceiro, a imensa série de “gadgets” e itens de  “apoio ao consumo” com sua griffe como canecas, kit Barista e CDs.

Diga-se de passagem, que eles possuem algumas séries especiais de CDs que são verdadeiras preciosidades, incluindo álbuns delirantes do Jimi Hendrix a introspectivos do Tin Hat Trio, sempre em excelente acabamento gráfico.

Mas, e onde são servidos os espressos e lattès em xícaras de porcelana?

Nas micro-redes e em lojas únicas, como é o caso do Victrola Coffee, em Seattle, como pode ser visto o jogo de xícaras sobre a máquina de espresso.


O atendimento é diferente e o barista, neste caso, tem de ser um verdadeiro barista! Todos estudam e se aprofundam nos assuntos de café e fazem questão de conversar com os clientes no momento da extração.

Ou como a micro-rede premium Stumptwon, de Portland, que, além dos excelentes baristas, oferece uma rica variedade de origens de café, num constante experimentalismo sensorial aos consumidores.

Portanto, em pedidos “to here” (consumir no local), as pequenas redes acabam proprocionando experiências muito interessantes…


Mas, para o Brasil, a Starbucks representa um novo momento para o consumo de café.


E isso é muito estimulante!


Fonte:
http://www.thecoffeetraveler.net/new-blog-5/2015/8/20/copo-de-papel-versus-xcara-de-porcelana