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domingo, 30 de dezembro de 2018
A ITÁLIA DOS MELHORES PANETONES
Descubra
por que a Itália é o berço das melhores iguarias.
Regulamentação
em lei padroniza a alta qualidade.
Não existe consenso sobre a origem do panetone. Algumas lendas versam sobre padeiros apaixonados que inventaram a receita para conquistar a amada, ou figuras atrapalhadas que trocaram os ingredientes por acidente e fizeram mágica. Em comum, apenas a data – entre os Séculos XV e XVI – e o nome do criador: Toni, ou Antonio, de onde derivaria o “pani de Toni”, ou panetone.
Ainda
assim, pesquisadores rechaçam essa etimologia, alegando que o apelido “Toni”
surgiu apenas depois da Segunda Guerra Mundial.
Entre
mitos e verdades, o que se sabe é que o panetone nasceu em Milão, na Itália. E
o mais certo é que seu nome venha de “pane tonico”, que significa pão
fortificante, pois, na Idade Média, o pão era nutricionalmente pobre, e as
frutas secas reforçavam o alimento.
Panetone
Mamma Bia: receita italiana com ingredientes de qualidade
ORIGENS
LENDÁRIAS
DE
MILÃO PARA O MUNDO
De
Milão, o panetone se espalhou pela Itália – ao Norte, pelos Alpes, e ao Sul,
pela Sicília. Aos poucos, ficou conhecido mundialmente. No Brasil, o panetone
chegou após a Segunda Guerra Mundial, com os imigrantes italianos.
Acompanhando
os fluxos migratórios, o panetone transformou-se em um dos alimentos prediletos
no Natal. Mas, na Itália, existem campanhas que defendem seu consumo durante o
ano inteiro, no maior estilo “é bom demais para desfrutar tão pouco”.
E não
é por menos: a Itália controla a qualidade de seus panetones com uma produção
regulamentada em lei. Os ingredientes que devem ser utilizados são apenas
farinha, sal, açúcar, ovos, nata e frutas cristalizadas – que devem compor, no
mínimo, 20% do produto.
Não à
toa, os panetones italianos são considerados os melhores do mundo, com sabor
que supera os demais.
Fonte:
Fonte:
http://g1.globo.com/pr/parana/especial-publicitario/festval/noticia/2016/12/italia-dos-melhores-panetones.html
segunda-feira, 6 de novembro de 2017
HISTÓRIA DO PÃO: CONHEÇA 7 CURIOSIDADES
1. Seu surgimento
Relatos apontam que a "invenção" do pão ocorreu cerca de 12 mil anos atrás, na Mesopotâmia, região hoje conhecida como Iraque. Foi na mesma época em que o trigo começou a ser cultivado por lá. Os primeiros pães em nada se pareciam com os de hoje. Eles eram sem forma, achatados, duros e secos, necessitando de imersão em água quente por várias vezes antes de seu consumo.
2. Primeira padaria da história
Segundo historiadores, a primeira padaria do mundo foi criada no Egito, na cidade de Gizé, aproximadamente em 3.000 antes de Cristo. Nesta mesma região podemos encontrar os monumentos da Esfinge e da Grande Pirâmide.
Estudos apontam que, naquela época, era bastante comum utilizar o pão como salário, por exemplo, um dia de trabalho por 3 pães.
3. O primeiro pão assado no forno
O primeiro registro de pão assado no forno de barro, também foi no Egito, cerca de 7.000 anos antes de Cristo. E foi lá, neste mesmo país, que o fermento começou a ser utilizado na produção dos pães, que vieram a ficar mais parecidos com os que conhecemos hoje.
4. Difusão do pão
Em 250 antes de Cristo o pão chegou à Europa e começou a ser preparado nas padarias. Mas, com a crise provocada pela queda do império romano, todas os estabelecimentos deste setor existentes na época fecharam, obrigando os consumidores a prepararem em casa.
Depois disso, no século XVII a França começou a aprimorar a receita original dos pães e a dar origem a variados tipos também, passando a ser destaque mundial neste ramo.
5. A chegada do pão no Brasil
Sabe-se que foram os portugueses que o trouxeram para o Brasil na época da colonização, mas o pãozinho só começou a ser popular por aqui a partir do século XIX, com a ajuda de muitos italianos.
As primeiras padarias no nosso país foram abertas em Minas Gerais, depois em São Paulo e no Rio de Janeiro. No início, o pão era bem escuro e diferente do que conhecemos hoje, mesmo já com a presença do fermento.
6. O país que mais consome pão
O país que mais consome pão no mundo é a Rússia, com a incrível marca de 120 quilos de pão por pessoa, por ano! Dá uma média de 10 kg de pão por mês ou ainda, aproximadamente 340 gramas de pão por dia. Como um pãozinho pesa, em média, 60 gramas, esse valor equivale a aproximadamente 5 pães por dia.
Em segundo lugar vem o Chile, com a marca de 93 quilos por pessoa por ano.
7. Os pães mais conhecidos
Pão Francês
Apesar do nome, o nosso pão é bem diferente do Francês. A história conta que ele surgiu quando autoridades brasileiras iam para a França e ficavam encantadas pelo pão produzido lá. Então, quando voltavam, descreviam em detalhes o sabor do pão para os padeiros daqui, que tentavam constantemente reproduzir a receita.
Ele é ótimo para fazer sanduíches, cachorro quente e, é claro, o pão na chapa. É encontrado em todas as padarias e supermercados. Mas, fique atento na hora de pedir, pois ele tem vários nomes como: pão d'água, pão branco, pão de sal, pão careca, filão e até mesmo cacetinho.
Croissant
De origem francesa, este tipo de pão super calórico é feito basicamente de farinha de trigo e manteiga, formando uma massa folheada. Muito tradicional no café da manhã, pode ser encontrado com recheios variados como queijo, doce de leite, chocolate, entre outros; como sanduíches ou também na versão sem recheio.
Baguete
Este é o preferido dos franceses, até mais do que o próprio pão francês de lá. Seu nome significa "bastão" e sua origem, ao contrário do que se possa pensar, foi na Áustria.
É bastante comum encontrar baguetes com cereais e grãos por cima, bem como as versões recheadas com presunto e queijo, frango, ervas finas e até com azeitonas.
Pão sírio
De origem árabe, este pão, que também é conhecido como pão pita, tem formato arredondado e fino. Possui menos gordura do que o pão francês tradicional e, por isso, é bastante consumido por adeptos de dieta na elaboração de sanduíches naturais.
Pão italiano
O pão italiano pode ter formatos variados como arredondado e até alongado, lembrando uma baguete. Sua característica principal é que sua casca é dura (mais que o crocante do pão francês).
A provável explicação para isso é a elaboração utilizando fermento natural, conhecido por conferir esta característica no produto final.
Pão de forma
O pão de forma tem uma receita diferente, mas à base de trigo também. É por isso que ele é macio por dentro e por fora. Ideal para fazer sanduíches, torradas, croutons caseiros e até mesmo tortas como pão picante.
Pão de Centeio
De origem judaica, é feito com farinha de trigo e farinha de centeio. É rico em fibras, por isso bastante utilizado em dietas.
Pão australiano
De origem, claro, australiana, esse pão levemente adocicado é rico em fibras e vitaminas. Sua cor escura vem da adição de cacau e seu sabor doce, da presença do mel. Pode ser encontrado em vários formatos: de forma, alongado, redondinho, etc.
Bisnaguinha
Esse é o preferido entre as crianças, sendo muitas vezes consumido até sem recheio. É um pãozinho pequeno bem macio e prático para lanches rápidos. Mas cuidado: é rico em calorias também.
Pão de batata
Esse pão leva como ingrediente base, além do trigo, a batata. O resultado final fica macio e levemente doce. É bastante comercializado na versão recheada, sendo o mais tradicional o que leva requeijão cremoso.
Pão ázimo
Feito em Israel, este é um pão que não leva nada de fermento, sendo feito apenas a base de farinha de trigo, água, grãos e cereais (opcional). Por este motivo, ele acaba sendo um pão bem fino, em formato de círculo.
Ciabatta
A ciabatta tem sua origem na Itália. É um pão branco com formato achatado e tem farinha de trigo polvilhada por toda a sua extensão. É excelente para fazer lanches frios e assados.
Pão Integral
Pão integral é aquele que possui farinha de trigo integral ao invés da branca. Ele pode assumir vários formatos como o pão francês, pão de forma, pão sírio, entre outros.
Atualmente, muitos se dizem integrais mesmo contendo farinha branca em sua composição. Portanto, é preciso ficar atendo na hora da compra: para ser 100% integral, não pode haver outro tipo de farinha, além da integral, na lista de ingredientes.
Fonte:
http://massamadreblog.com.br/postagem/historia-do-pao-conheca-7-curiosidades
BREVE HISTÓRIA DO PÃO
Atualmente, o pão é o alimento mais popular no mundo, sendo produzido em quase todas as sociedades. Entretanto, ele não foi feito sempre da mesma forma e nem teve sempre o mesmo aspecto. Ao longo do tempo, sua produção foi se alterando até chegar ao que nós temos nos dias de hoje.
Há estudos que apontam que os pães começaram a ser produzidos há aproximadamente seis mil anos, na região da Mesopotâmia, onde hoje está situado o Iraque, e foram difundidos por várias civilizações da Antiguidade. Esse pão era resultado de uma mistura seca, dura e amarga feita à base de farinha de trigo. A origem do pão está intimamente ligada ao processo de sedentarização do homem, quando se iniciou o desenvolvimento da agricultura, sendo o trigo um dos cereais resultantes dessa atividade produtiva.
O processo de fermentação foi uma técnica desenvolvida pelos egípcios por volta de 4000 a.C., dando ao pão o aspecto pelo qual o conhecemos hoje em dia. Por ser um produto extremamente necessário à alimentação, ele foi usado durante muitos séculos também como moeda. Há indícios de que os faraós o utilizavam como meio de pagamento para serviços realizados. Em Roma, o pão era um dos componentes da política do panis et circenses (pão e circo), utilizada pelos imperadores para manter uma satisfação aparente da população, desviando a atenção das disputas de poder e das condições de vida a que o povo estava submetido. O trigo era distribuído em espetáculos públicos pela administração do império.
Durante a Idade Média, o pão era feito artesanalmente no ambiente doméstico pelos camponeses. A limitação agrícola e técnica que tinha essa classe social não possibilitava a produção de pães fermentados, o que resultava em um produto de menor qualidade. Situação diferente era a vivenciada pelos senhores feudais, que consumiam pães de maior qualidade produzidos nas padarias dos castelos. Foi também neste período histórico que surgiu a figura do padeiro, que aos poucos passou a se organizar em corporações de ofícios, controlando assim o processo de produção do alimento e gozando de certo prestígio nas cortes.
Com a Revolução Industrial, a produção do pão ganhou um forte impulso, seja no aumento de terras destinadas ao plantio do trigo, seja no desenvolvimento de técnicas de moagem do cereal nos moinhos, passando dos moinhos de tração animal ou humana aos moinhos a vapor, que começaram a surgir em 1784. A grande produção que se verificou se destinava a alimentar principalmente a classe operária que crescia nas cidades industriais, criando condições para uma produção em larga escala.
O pão chegou a ser inclusive um dos motivos de eclosão da Revolução Francesa. Sendo base da alimentação da população francesa há séculos, a severa queda na produção do cereal tornou o alimento caro e escasso. Este foi um dos motivos que levaram à revolta da população francesa e à queda do rei Luís XVI.
Hoje em dia, o pão está disseminado pelo mundo. Sua fabricação envolve vários métodos diferentes, que resultam numa variedade enorme de tipos e qualidades de pães. Apesar desse desenvolvimento, uma boa parcela da população mundial ainda não tem acesso a esse alimento cotidianamente.
Fonte: http://historiadomundo.uol.com.br/curiosidades/breve-historia-do-pao.htm
Fonta da figura: http://historiadomundo.uol.com.br/curiosidades/breve-historia-do-pao.htm
domingo, 5 de novembro de 2017
O SIMBOLISMO DO PÂO
O pão representa um dos alimentos essenciais mais antigos presentes em várias culturas do mundo. Simboliza não somente um alimento para o corpo, sobretudo, representa um alimento espiritual e, por isso, o pão simboliza a vida, a renovação, a prosperidade, a humildade, o sacrifício.
CRISTIANISMO
No Cristianismo o pão simboliza o corpo de Cristo, escolhido por ele na Última Ceia, para representar seu corpo “O Pão da Vida”, enquanto que o vinho representa o sangue de Jesus. Nesse ínterim, partir o pão simboliza o sacramento cristão, ou seja, a partilha, o Cristo Eucarístico e da Comunhão.
Além disso, Jesus multiplicou os pães e os peixes, a fim de acabar com a fome de seus fiéis, alimentos estes que simbolizam a ressurreição e a eternidade: “(...) quem comer deste pão viverá eternamente”.
Para tanto, esse alimento sagrado, segundo os cristãos deve ser produzido com o trabalho, a dedicação tal qual Jesus afirma para Adão: “Com o suor de teu rosto, comerás teu pão”.
PÃO ÁZIMO
Também chamado de "matzá", o pão ázimo é um pão assado sem fermento que segundo a tradição judaica-cristã foi feito pelos israelitas antes da fuga do Antigo Egito. Na Páscoa Judaica (Pessach) é tradicional comer o pão ázimo, visto que comer fermentados nesse período festivo é contra as leis judaicas. Assim, ele simboliza a fé e o sagrado.
TRIGO
Componente essencial do pão, para os egípcios, o trigo simbolizava a imortalidade e estavam associados também à fertilidade, as colheitas e, sobretudo, ao verão.
PÃO NOS SONHOS
Sonhar com pão é bom agouro, o qual simboliza a prosperidade e, na maioria dos casos, sugere o sucesso profissional e pessoal. Por outro lado, sonhar com pão envelhecido, mofado, deformado ou queimado, indica mau presságio e dificuldades financeiras, pessoais ou profissionais.
Fonte: https://www.dicionariodesimbolos.com.br/pao/
Fonte da Figura: https://paorustico.com/2014/06/20/pao-italiano-o-verdadeiro/
Fonte da Figura: https://paorustico.com/2014/06/20/pao-italiano-o-verdadeiro/
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